Convidei o Vicenzo para tomar café na varanda.
Era um gesto simples.
Mas, naquele momento, pareceu… necessário.
— Quer tomar café comigo? — perguntei, tentando manter o tom leve.
Ele sorriu na mesma hora, sem hesitar.
— Sempre.
Caminhamos juntos até a varanda, e, assim que atravessei a porta de vidro, senti o ar fresco tocar minha pele de forma leve, quase reconfortante. A vista do mar estava limpa, o céu claro, o tipo de manhã bonita demais para combinar com o que eu carregava por dentro