Acordei com o celular vibrando sem parar ao lado da cama.
Mensagens de Amanda. Muitas.
Peguei o aparelho, destravei a tela e percorri os nomes sem abrir nenhuma conversa. Em vez disso, deixei o celular cair de volta no colchão e fiquei olhando para o teto, um sorriso lento se formando sem que eu tentasse impedir.
Não respondi.
Só sorri.
A lembrança da noite anterior veio inteira, sem pedir licença. O jeito dele parado diante de mim. O olhar atento demais. O silêncio confortável e, ao