“Sempre que um, dentre eles, nos amar será o amor d’Ela pulsando no íntimo de nossos irmãos!”, ressoou o voto de Algos, na alma de Sigmund.
Sigmund despertou dentro de si, olhou ao redor e tudo estava igual, excetuando uma grande lua púrpura, banhando o local onde as mandalas não mais estavam.
O monge estava deitado ao seu lado.
— Monge? — chamou, desatando o nó de seu cabelo.
— Hm… — O monge suspirou. — Morremos? — arguiu, sonolento.
— Que fixação com a morte, nossa! Como se sente?
— Sono