— Tata? — Alice me chamou a atenção. Ergui meus olhos para ela, simplesmente lívida que ela estava sentada diante de mim e eu não havia prestado a menor atenção na criança naquela manhã.
— Oi, Alice? — indaguei, sorrindo, tentando parecer relaxada e tranquila.
Mas, dentro de mim, tudo estava um caos.
— Quero mais pão — ela pediu, e eu me levantei para pegar o pão que estava guardado no armário.
Tudo que aconteceu foi muito louco.
Primeiro, meu sonho com o profeta. Eu costumava ter pesadelos com