O Ember era um bar pequeno em West Loop que tinha sobrevivido a dez anos de rotatividade do bairro por razões que eu nunca tinha analisado completamente mas que tinham a ver com o facto de ser exactamente o que parecia: uma divisão baixa com iluminação a velas, balcão de madeira escura, cozinha aberta até às duas que servia pratos sem fazer disso um evento. O proprietário, James, era um amigo da universidade que eu via duas ou três vezes por ano e que tinha o tacto de cumprimentar-me brevemente