Em Fevereiro aprendi coisas sobre Jace Harlow que as reuniões de negócios não revelam.
Aprendi que ele acordava invariavelmente às cinco e trinta e seis, que era o momento exacto em que o seu sono transitava para superficial e que o corpo tratava sozinho, sem alarme. Que o café da manhã era sempre o mesmo, preto, sem açúcar, duas chávenas, a segunda mais lenta do que a primeira. Que havia um livro na mesa de cabeceira que estava a ler há três meses porque só lia à noite e muitas das suas noit