Era quase meia-noite quando percebi que estava sozinha no vigésimo segundo andar do escritório e que isto já não era produtividade, era fuga.
Fuga do apartamento que estava demasiado quieto. Fuga dos pensamentos que tinham mais espaço quando estava sozinha em casa do que quando estava rodeada de documentos e o zumbido baixo dos computadores de emergência e o Chicago nocturno pela janela. Fuga, provavelmente, de mim mesma, que era o menos adulto dos três mas também o mais honesto.
Não consegu