Arthur concordou com Romeu, assentindo com a cabeça, pois ele enxergava de longe a maldade do coração do sócio do pai.
— Vai mandar buscá-la logo?— ele quis saber.
Romeu girou na sua cadeira e olhou cauteloso para o filho, que não escondia a sua ansiedade.
— Sim, vou ligar em casa agora e dar à ordem, só vou esperar o Jaime chegar em sua casa. Se bem o conheço, vai pessoalmente despachar a filha.
Arthur ficou preocupado.
— Não se demore, pai! Eu temo pela Juliette!
Romeu olhou fixam