Mayla aperta a mão de Adrian a cada dor que vem, e ele olha para trás, vendo se dá para sair do trânsito e ir a outro hospital. Porém, mais carros param atrás deles, os deixando encurralados e ele desesperado.
— Senhora, as dores estão muito fortes? — Mayla diz um “sim” bem fraquinho, já não aguentando mais tanta dor. — Senhor, talvez seja melhor o senhor ver como está. Levanta a barra do vestido dela, veja se está saindo algum líquido.
Adrian pede permissão para Mayla com um olhar. Ela concord