Laila estava com os braços cruzados e aquele olhar que misturava julgamento e curiosidade.
Ela era uma tempestade, e sua presença ali fazia meu peito se contrair. Não sabia se era alívio ou desconforto, mas era algo que me puxava para ela como uma maré.
Ela franziu a testa, seu olhar intenso fixado em mim.
— Azrael? Você lembrou quem é?
Eu queria responder. Queria contar sobre o sonho, sobre a garota, o navio, os gritos. Sobre como meu coração parecia reconhecer algo que minha mente ainda não