Cantarolava enquanto passava toda aquela roupa. Os vestidos de dona Carmen coloquei nos cabides, e os forros de cama dobrei direitinho antes de guardar no armário. No meio daquela montanha de tecido, havia duas camisas masculinas — claro que eram do borra-botas. Quando terminei de organizar tudo, olhei para as camisas e, relutante, decidi levá-las para o quarto do “patrãozinho”. Minha vontade era queimar essas camisas, isso sim.
Bati na porta para ver se ele estava lá e, pelo silêncio, concluí