O "nem sob o meu cadáver" de Duncan não era uma figura de linguagem. Era um limite. Um ponto inegociável que havia se solidificado entre eles. Ele mantinha o rosto voltado para o chão, as mãos cerradas ao lado do corpo, enquanto o peso da frase ainda pairava sobre todos como uma proibição escrita em pedra. Ida olhava para ele, incrédula, como quem acabara de ouvir um absurdo dito em plena razão. Melody, a poucos passos, compreendia que havia algo mais naquela recusa. Não era apenas medo. Era pe