Entrar pela porta da frente do hotel sem qualquer tipo de disfarce era algo quase antinatural para Melody. Se fosse sincera consigo mesma — e ela raramente era, pelo menos em voz alta — fazia muito tempo que não passava pela entrada principal de lugar nenhum.
Suas chegadas, nos últimos anos, tinham o hábito de serem silenciosas, discretas, quase clandestinas. Portas de fundos, corredores de serviço, cozinhas fumacentas ou estábulos em silêncio eram sua zona de conforto. A entrada principal era