A cerveja estava gelada, o pagode estava bom, e pela primeira vez em muito tempo eu estava leve. Sambava com Gabriela e Eric como se o mundo fosse acabar amanhã. Merecido. Eu tinha passado meses me matando de trabalhar, cuidando de Pedro, lidando com Lucas me enchendo o saco… Agora era minha hora. E eu ia aproveitar até o último gole daquela garrafa.
Lucas? Ele estava ali… Mas parecia que estava num velório. Fechado, sisudo, me vigiando a cada passo, como se alguém fosse me roubar debaixo do n