Acordei sozinha.
O lençol amarrotado ainda carregava o cheiro dele, mas a cama estava fria. Vazia. Estendi a mão por reflexo, procurando o corpo quente de Lucas, mas tudo que encontrei foi o vazio. Aquela ausência gritava mais do que qualquer briga nossa. Mais do que qualquer palavra dita no calor de um momento.
O quarto parecia maior sem ele. Mais silencioso. E o silêncio machucava.
Meu corpo ainda estava dolorido, entre as coxas, nos pulsos, na pele marcada pelos beijos e mordidas. As lemb