Eu sabia que Playboy era controlador, obsessivo até o osso, mas colocar alguém para me seguir? Isso passou de todos os limites.
Desde que saí da casa da minha tia, senti. Um vulto constante, passos sincronizados com os meus. Um cara alto, boné enfiado até as sobrancelhas, tentando parecer discreto. Mas eu conhecia os olheiros dele. Era um dos seus soldados. Um recado silencioso: “estou te vigiando.”
Cheguei em casa com o sangue fervendo. Bati a porta com tanta força que a parede tremeu.
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