247. ENTRE O AMOR E A DOR
ANASTASIA
Caminho pela margem do riacho e olho para a pequena cachoeira.
Lembranças vívidas de tudo que aconteceu aqui invadem minha mente.
Me pergunto por que sou tão masoquista a ponto de cravar a ponta da adaga em meu próprio coração.
Me levanto, pronta para voltar e ver se consigo dormir um pouco antes do amanhecer, mas uma presença me faz ficar tensa.
Começo a andar apressada, quase fugindo.
O que ele está fazendo aqui nas terras do castelo?
Como não o detectei antes?
Penso seriamente em m