As luzes da Noir se apagaram de uma vez.
Não foi aquele piscar dramático de filme, em que todo mundo ainda tem tempo de fazer cara de susto bonito. Foi seco. Um corte limpo. A sala mergulhou no escuro, os monitores morreram, o ar-condicionado calou, e por meio segundo só existiu o barulho coletivo de pessoas tentando entender se ainda estavam no controle.
Não estavam.
A primeira luz que voltou foi vermelha, baixa, de emergência, deixando todo mundo com cara de culpado. Beatriz mandou ninguém se