A antiga torre da Noir estava quase vazia.
Não abandonada, não destruída, não cinematográfica o bastante para satisfazer quem gosta de ruína bonita. Apenas esvaziada. O letreiro luminoso tinha sido retirado, as vitrines estavam cobertas por tapumes discretos, e o hall principal, onde antes o cheiro da marca tentava convencer todo mundo de que luxo era destino, agora cheirava a pano úmido e tinta fresca.
O lugar onde tudo começou errado. Eu sabia exatamente qual era. Não fui ao laboratório, nem