Darius
O lenço de Selene queimava na mão de Darius como se fosse pele viva.
Ele adormeceu segurando-o.
Não porque quis.
Porque, depois da terceira taça quebrada, da segunda ordem revogada, do quarto mapa aberto sobre a mesa e de uma hora inteira tentando convencer o próprio corpo de que não sairia correndo para a Floresta Cinzenta como um animal enlouquecido, Darius simplesmente sentou-se na beirada da cama, fechou os olhos por um segundo e caiu.
Mas o sono não veio como descanso.
Veio como pun