Selene
A marca me desmentiu com luz.
Não com palavras.
Não com voz.
Apenas brilhou sob minha pele como se reconhecesse uma verdade que eu ainda queria estrangular com as duas mãos.
Eu não tive medo de ser Luna dele.
No sonho.
Naquele lugar feito de instinto, culpa e desejo, eu não havia sido a Ômega rejeitada. Não havia sido a irmã menor, a fêmea escondida, a vergonha no salão. Eu havia sido o centro. A ordem. A fome. A mulher diante da qual Darius Varek esperou.
E isso me enfurecia.
Porque par