Capítulo 8

Magnus

Eu estava sentado no meu escritório, brincando com a adaga afiada na mão direita, o olhar fixo em um ponto, mas a minha mente continuava se lembrando dela.

Desde que a vi no cemitério, não consigo parar de observá-la. Havia algo nela que me intrigava. A sua imagem se repetia em meus pensamentos, como uma melodia assombrosa que eu não conseguia silenciar.

Suspirei e deixei a adaga cair sobre a mesa. Levantei-me da cadeira para ir até o balcão e me servir uma taça de conhaque.

O desconfort
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