Magnus
Eu estava sentado no meu escritório, brincando com a adaga afiada na mão direita, o olhar fixo em um ponto, mas a minha mente continuava se lembrando dela.
Desde que a vi no cemitério, não consigo parar de observá-la. Havia algo nela que me intrigava. A sua imagem se repetia em meus pensamentos, como uma melodia assombrosa que eu não conseguia silenciar.
Suspirei e deixei a adaga cair sobre a mesa. Levantei-me da cadeira para ir até o balcão e me servir uma taça de conhaque.
O desconfort