Magnus
Respirei fundo, sentindo o ar encher os meus pulmões com dificuldade. A raiva ainda corria nas minhas veias como veneno, mas algo mais havia se instalado no meu peito: uma sensação inquietante que eu não conseguia definir. Coloquei a mão na maçaneta da porta do meu escritório e a girei com determinação. Eu havia saído porque tudo estava saindo do controle, mas agora eu precisava retomar o controle da situação.
Ao abrir a porta, a cena que me recebeu me atingiu como um soco: Verena estava