Omar sentia, pela primeira vez em muito tempo, que havia encontrado a pessoa certa. Alguém que o enxergava além dos muros que ele mesmo ergueu, alguém que não apenas ouviria seus segredos, mas os guardaria com devoção. A ideia de ter uma cúmplice, não no crime, mas na vida, trazia-lhe uma paz que parecia inalcançável antes de Daphne.
Nos braços dela, os problemas perdiam peso. As cobranças, os contratos, os olhares desconfiados… tudo desaparecia. Era como se o mundo tivesse deixado de importar.