A luz da manhã entrava pelas grandes janelas panorâmicas como um sussurro dourado. Daphne despertou devagar, respirando o perfume leve do quarto, sentindo o macio do lençol deslizando contra sua pele nua. Espreguiçou-se com preguiça, sentindo ainda no corpo o eco doce da noite passada. A cama era enorme, branca, de hotel cinco estrelas — mas parecia pequena sem Omar ali.
Ela abriu os olhos e tocou o espaço ao lado. O colchão ainda estava quente, mas vazio.
Um sorriso sonolento curvou seus lábio