Elena Sokolova
— O que está fazendo? — questiono, enquanto sou arrastada por dois brutamontes, e meu pai vem atrás de nós com um sorriso irritante no rosto.
— Você não achou mesmo que ficaríamos aqui por muito tempo, não é? — diz, sarcástico.
Continuo tentando me soltar, mas as mãos dos homens parecem algemas de aço em torno dos meus braços.
Uma porta se abre e estou no terraço. Posso sentir a brisa noturna no rosto, deve ser madrugada. O ar está gelado, embora ainda seja verão.
— Anda, Elena,