Vitor caminhava em sua direção, com passos lentos e firmes. As mãos estavam mergulhadas nos bolsos da calça preta, e seus olhos carregavam um brilho contido — como se tentasse domar uma avalanche de sentimentos. O sol poente desenhava silhuetas douradas nas paredes ao redor, e o ar parecia suspenso entre os dois.
— Espera... — disse ele, a voz rouca, como se cada palavra precisasse vencer um nó na garganta. — Não precisa se assustar. Só queria ver a Bela... e dar um beijo nela. Posso?
Agatha se