Tayanara observou Rangel por um instante, ainda segurando Dante no colo.
O silêncio pairava entre eles, mas ela sentia que precisava perguntar.
— Como tá sendo sua recuperação?
— Não sei se quer falar disso... — sua voz saiu suave, mas cheia de preocupação genuína.
Rangel respirou fundo, ajeitando-se melhor na cadeira de rodas, como se aquele assunto pesasse em sua mente.
— Complicada. — respondeu, soltando um suspiro curto.
— Eu preciso de muita fisioterapia…
— Todos os dias.
Tayanara