Quando desci as escadas da mansão, o burburinho da sala de jantar já podia ser ouvido. Luna tinha ficado lá em cima, dormindo o sono profundo de uma mulher grávida e amada. Antes mesmo de me sentar à cabeceira, chamei Silvana, a governanta.
— Silvana — ordenei em voz baixa, mas firme. — Luna está descansando. Quero que prepare uma bandeja com caldos leves, frutas frescas e tudo o que o médico recomendou para a gestação. Quando ela acordar, a comida deve estar morna e pronta.
— Sim, Dom. C