— Se você não acredita que os bebês são seus… então nos deixe ir.
Minha voz saiu firme.
— Eu sumo da sua vida… e você nunca mais vai nos ver.
O celular dele tocou.
Ele atendeu na mesma hora.
Como se já esperasse.
— Ok.
A voz voltou fria.
— Eu quero segurança total para esses bebês… e ninguém, sem ser da nossa equipe, chega perto dos meus filhos.
Meu coração disparou.
Ele desligou.
Guardou o celular.
— Pelo que eu ouvi agora… você já tem certeza que eles são seus… — falei