Aslin caminhava descalça por um corredor interminável. As paredes eram de pedra antiga, cobertas por tapeçarias vermelhas e douradas, como se estivesse dentro de um castelo tirado de outro tempo, de outro mundo. Seu vestido rosa, de tecido leve e suave, se movia com ela enquanto ria alto, com uma felicidade tão pura que parecia infantil. O cabelo solto caía em ondas pelas costas, e o som da sua risada ecoava nas paredes de mármore como uma melodia esquecida.
— Carttal! —chamou entre risos—. Ond