O estalo seco do projétil contra o muro lateral ainda ecoava nos meus ouvidos quando o guarda me empurrou para dentro.
— Senhora, agora! — ele ordenou, a voz tensa, os olhos varrendo a escuridão além dos portões.
Eu não sabia o que estava acontecendo, mas o som de pneus cantando na pedra e o movimento frenético dos homens de Lorenzo deixavam claro: a villa estava sob ataque. Alguém tentara invadir o complexo.
Pelos gritos que vinham do pátio interno, um dos invasores não conseguiu fugir. Estava