A casa está sob controle. É o que qualquer observador diria ao notar os homens estrategicamente posicionados, os turnos ajustados e a comunicação rigorosamente filtrada. Nada entra ou sai sem passar pelo meu crivo. No papel, o cenário é perfeito; na prática, meu instinto — que nunca falhou — me diz que algo ainda ruge sob a superfície.
O uísque permanece intocado na mesa do meu escritório particular. Meus olhos saltam entre as telas de monitoramento, percorrendo corredores, escadas e entradas.