Krampus narrando
Analia acordou gritando, enquanto eu já estava completamente tomado pelo cio. O calor queimava em mim como uma febre insuportável, e o lobo em minha mente rugia, ansioso, clamando por ela. Num movimento rápido, sentei-me na cama e a puxei para o meu colo. Seu corpo tremia, e o medo estava estampado em seu rosto, mas eu precisava dela — precisava agora.
— Olhe para mim, Analia. Olhe nos meus olhos.
— Dói, Krampus... dói, por favor! — Ela choramingou, agarrando-se a mim como se su