Um mês depois
kRAMPUS narrando
Eu a vi se mexer lentamente na cama, os olhos abrindo devagar, ainda sonolentos. A fome estava estampada em seu rosto antes mesmo de qualquer palavra ser dita. Eu conhecia bem aquele olhar.
Aproximei-me em silêncio, sentando ao seu lado. Ela me encarou, os olhos suplicantes, e eu sabia o que ela precisava.
— Está com fome, minha pequena alce? — perguntei, minha voz baixa e carregada de ternura.
Ela assentiu, tímida, e se aproximou de mim.
— Hoje, quero que beba de