Em algum momento, eu caí na cama, exausta, o corpo tremendo, incapaz de suportar por mais um segundo. Sentia-me consumida, como se minha energia tivesse sido drenada por inteiro. Mas antes que pudesse relaxar, Krampus me puxou de volta, firme e determinado.
— Estou cansada, Krampus... — murmurei, a voz fraca e trêmula. — Sinto fome de novo...
Ele me posicionou novamente, segurando minha cintura com cuidado, mas sem me dar chance de recusar. — Volte para a posição, Analia. Não terminamos ainda.