Anália
Eu percebi a movimentação na casa e, sem pensar, fui em direção à porta. Estava prestes a sair quando Krampus me parou, sua figura bloqueando o caminho como uma muralha.
— O que houve? — Perguntei, tentando passar por ele.
Ele cruzou os braços, os olhos prateados brilhando com seriedade. — Seu pai vai fazer a transformação.
Meu coração deu um salto. — Eu quero ver, Krampus. Preciso estar lá.
Ele balançou a cabeça, firme. — Não pode, Analia. Não pode porque ele não quer que você veja. Ele