Capítulo 67

Saulo Narrando.

O soco que dei no saco de pancadas da academia particular ecoou pelo subsolo como um tiro. Minhas mãos ardiam, mas a dor física era um alívio perto da fúria que Lis tinha provocado em mim.

"Você continua sendo ninguém."

As palavras dela se repetiam na minha mente como um disco quebrado. Cinco anos. Cinco anos alimentando a memória daquela noite, projetando o reencontro perfeito, para ser recebido com aquele olhar de gelo. Ela me via como um monstro, um estranho. Ela não en
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