continuação:
Mantive a cabeça baixa, a mente nublada pela confusão enquanto tentava entender onde estava. O pânico subia pela garganta: eu precisava sair dali; não podia ficar longe do meu filho. Olhei ao redor desesperadamente, mas o quarto estava vazio. Em um impulso, balancei a cadeira com força até que ela tombou. O impacto contra o chão foi seco, e senti uma pontada aguda no joelho, mas a dor física era o de menos. Tentei me soltar das cordas, lutei até exaurir minhas forças, mas não con