Lucy sabia que Mary estava certa. Nada que fizesse mudaria o peso do nome Sales. Trancada no banheiro, deixou-se deslizar até o chão, as lágrimas caindo até o sono a vencer. O colar de meia-lua pulsava, quente, como se tentasse consolá-la.
Pela manhã, levantou-se exausta e foi até a janela. No jardim, Catherine colhia uma rosa, como fazia todos os dias para Mary. A memória da noite passada — o barulho, o medo de Catherine — voltou com força. Lucy desceu correndo, determinada a arrancar resposta