Lucy caminhava pelo corredor, a mente girando. E se eu nunca estiver pronta? O diário, trancado em sua gaveta, parecia a chave para todas as respostas, mas também para verdades que ela temia. E se meu pai for o motivo de me odiarem? O colar de meia-lua pulsava, quente, como se a instigasse a abrir o diário. Antes que pudesse decidir, esbarrou no Dr. John, o psicólogo de sua mãe.
— Oi — disse ele, com um sorriso gentil.
— Oi — respondeu Lucy, hesitando. Algo nele parecia estranho, como se soubes