Leydi Dayane
Lavar louça deveria ser considerado terapia. Ou tortura, dependendo do ponto de vista. Porque ali, de frente para a pia, com espuma nas mãos e uma pilha de pratos me encarando, minha mente resolveu entrar no modo ansiedade turbo.
Amanhã. Amanhã eu começo na Lancaster. Amanhã eu encaro aquele chefe carrancudo, mal-humorado, e bonito — porque Deus não dá asa para a cobra, dá pra CEO arrogante.
— Senhor, me dá paciência... ou coragem. Porque, sinceramente, eu não sei se vai ser mais d