Na manhã seguinte, o quarto de Abigail estava mergulhado em uma claridade suave. A luz do sol atravessava as cortinas finas, desenhando feixes no chão. Sérgio entrou devagar, acompanhado de Marcos e Luíza, trazendo no rosto o alívio por poder vê-la acordada mais uma vez.
Mas algo estava diferente.
Abigail estava sentada na cama, os cabelos desgrenhados, o olhar baixo, fixo em suas mãos pousadas sobre o lençol. Quando Sérgio chamou seu nome, ela ergueu a cabeça apenas por um instante, evitando e