O som das ondas quebrando suavemente contra a areia era o único ruído constante naquela manhã calma. O céu ainda estava coberto por nuvens esparsas, tingidas de tons acinzentados e dourados. Abigail sentou-se na varanda da casa de praia, com uma xícara de chá quente nas mãos, o olhar perdido no horizonte.
O mar à sua frente parecia infinito. Tranquilo por fora, mas ela sabia — por experiência — que mesmo o oceano mais calmo podia esconder correntes traiçoeiras sob a superfície.
Era assim que se