O terno branco (II)

O sorriso de Zadock era como uma faca sem fio, que por vezes se esquecia que podia cortar.

Clarissa tocou de leve o antebraço dele. A unha desenhou um semicírculo delicado que só eu pude ver. Ouvi o grito da minha própria paciência, mas respirei fundo, tentando não perder o controle.

— Branco — observou, com a voz suave, um sorriso sedutor. — Quem diria que o pecado ficaria tão… puro quando usa branco.

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Irene Boribellomeu Deus um filho ....será que eh dele mesmo .........‍♀️...
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