As outras concubinas a evitavam como se fosse uma praga.
Kora a olhava com nojo constante.
— Prostituta de alma baixa — murmurava baixinho, cruel. — Só porque ele a usa, acha que tem valor.
Eliara fingia não ouvir.
Mas cada palavra era como um corte profundo.
Cada olhar de desprezo, uma ferida aberta.
Ela, uma ômega comum, sem linhagem nobre, sem privilégios.
Na corte, isso a colocava muito abaixo das outras.
Valkar, Alfa lúpus puro, rei absoluto, dono do poder e da força, era o único