Quando dispensou a serva, sabia que ia aprontar.
Ele avança e me empurra para dentro do quarto. Se agachando me joga sobre seus ombros como se eu fosse um saco de batatas. Bato minhas pernas, me achando ridícula com o bumbum para cima.
—Pare Hassan! O que está fazendo? —Protesto.
Entra no banheiro, acende as luzes e me coloca no chão. Pega um papel toalha e estende para mim. Tire o batom.
Eu aperto meus lábios em resignação. E fico olhado para ele.
Hassan avança.
—Tudo bem!
Passo o papel por eles e retiro todo o batom.
—Está satisfeito?
—Boa