Era uma vez um homem árabe que se apaixonou por uma mulher estrangeira. Ele lutou contra tudo e todos, mas não soube usar as armas certas.
Pouco tempo depois estamos no quarto, dando vazão a tudo o que fora contido, guardado por tanto tempo em nossos corações. O amor, o carinho, a cumplicidade...
Olhamo-nos com franqueza, não há nada a esconder.
Nenhum temor para nos assolar.
Nenhuma reserva em nossos corações.
Depois da tempestade, estamos vivendo uma bonança e espero que ela permaneça até o fim dos nossos dias.
Toco seu rosto e sorrio, quando nossas testas se encostam, aspiro o ar que sai dos lábios de Anna. Pensamentos de rep