O céu daquela noite estava pesado, coberto por nuvens que engoliam a lua como se quisessem escondê-la dos olhos dos lobos. Aurora caminhava pelo salão da fortaleza, inquieta. Desde o retorno da Lua Negra às sombras do território, algo nela vibrava como um tambor distante. O sangue proibido em suas veias não se calava; avisava.
Darius, por sua vez, estava no alto da muralha, vigiando. O instinto de alfa nunca havia falhado, mas, desde que Aurora voltara marcada pela lua e Caelum nascera, seus se