A noite caía sobre a floresta como um véu espesso. Nenhuma estrela ousava brilhar sob a influência da Lua Negra, agora quase plena. A claridade gélida tocava as folhas com dedos invisíveis, e no centro da clareira sagrada, Aurora reinava.
Ela estava de pé sobre a pedra ritual, os olhos brilhando como prata líquida. A túnica negra esvoaçava com o vento encantado. E diante dela, dez guerreiros ajoelhados, testas coladas ao chão, esperando uma ordem. Qualquer ordem.
— Ele traiu nossa confiança — e